O deputado federal Carlos Gaguim (União Brasil) confirmou, nesta quarta-feira (30), que mantém sua pré-candidatura ao Senado para as eleições de 2026. Em contato com a Gazeta do Cerrado, o parlamentar garantiu que está decidido a disputar, com ou sem o apoio integral do seu partido. “Não recuo. Se for necessário sair e levar minha candidatura adiante por outra legenda, farei isso sem hesitar”, declarou.
Gaguim afirmou que possui um acordo firmado com a direção nacional do União Brasil, e que já conversou diretamente com os dirigentes Luciano Bivar e Antônio Rueda. No entanto, deixou claro que, caso o compromisso não seja mantido, ele buscará outra sigla para disputar o Senado. “Já abri mão outras vezes. Desta vez, vou até o fim. Tenho apoio político e não estou para brincadeira”, disse.
Segundo o parlamentar, sua base de apoio já conta com mais de 60 prefeitos e 500 vereadores em todo o Tocantins. Gaguim também relatou que já realizou reunião com 52 deputados do União Brasil, ocasião em que formalizou o convite à Mila Rueda para compor sua chapa como primeira suplente. “Tenho respaldo dentro e fora do partido, e sigo com minha pré-candidatura ativa”, acrescentou.
Para o governo do Estado, ele reafirmou o apoio à deputada federal Professora Dorinha (União Brasil). “Ela começou com 4% em 2022 e cresceu. Estarei com ela novamente em 2026”, pontuou. Sobre alianças para o Senado, Gaguim disse que pretende formar parcerias sólidas e que mantém boa relação com o senador Eduardo Gomes (PL), com quem gostaria de construir uma chapa.
Quanto ao também pré-candidato ao Senado, Vicentinho Júnior (PP), Gaguim disse não se opor à candidatura e afirmou que está pronto para disputar. “Não tenho medo de urna”, declarou. Ele também comentou a possibilidade do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) entrar na corrida pelo Senado: “Gostaria que fosse candidato também. Quanto mais competitivo, melhor para a democracia”.
Por fim, Gaguim reforçou que está preparado para a campanha. “Tenho história, base política e disposição para percorrer o Estado. Agora é minha vez”, concluiu.
