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Mirando recordes de todos os tipos, França amplia status de favorita

Redação PolíticaBy Redação Política10 de julho de 2026
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Mirando recordes de todos os tipos, França amplia status de favorita

O capítulo final da França na Copa do Mundo de 2026 ainda não foi escrito. Seja lá o que acontecer, a equipe comandada por Didier Deschamps tem mais dois jogos por fazer: a semifinal contra a Espanha, na terça (14) e um oitavo compromisso que será a final ou a disputa do terceiro lugar. 

A seleção francesa conseguiu ampliar o status de favorita com o qual desembarcou nesta edição e, no meio do caminho, igualou recordes históricos. E ainda podem vir mais.

Notícias relacionadas:França é a primeira semifinalista da Copa após 2 a 0 sobre Marrocos.De pênalti, França vence retranca do Paraguai e se classifica na Copa.Ao se classificar para a próxima fase, a atual geração francesa se tornou apenas a quinta na história a alcançar três semifinais de forma consecutiva: a Alemanha fez isso três vezes (entre 1966 e 74, entre 1982 e 1990 e entre 2002 e 2014, quando na verdade foi quatro vezes semifinalista) e o Brasil uma, entre 1994 e 2002.

Todas estas gerações chegaram a pelo menos uma final e ganharam pelo menos um título. A atual França, assim como a Alemanha de 1982 a 1990 e a sequência do Brasil, tenta chegar também a três decisões consecutivas. 

Aquela Alemanha foi campeã apenas na terceira final, enquanto a seleção brasileira venceu a primeira e a terceira decisões. A França tenta repetir o sucesso brasileiro naquele período.

Vale lembrar que, por mais que sejam três campanhas consecutivas, apenas três jogadores atuaram em todas estas Copas. Titular em 2018, o lateral Lucas Hernández se lesionou logo na estreia em 2022 e agora está no grupo, mas não entrou em campo nenhuma vez.

Ousmane Dembélé jogou algumas partidas em 2018 (não entrou em campo na final contra a Croácia, por exemplo), foi titular em 2022 e agora é uma das principais estrelas da seleção. O salto que deu no último ciclo o levou a dois títulos europeus com o PSG, além dos troféus individuais da FIFA e da revista francesa France Football como melhor jogador do mundo no ano passado. Embora seja visto por muitos como o segundo melhor atleta desta seleção, ele é o único que possui estes prêmios individuais.

A única constante – dentro de campo – nas três campanhas é o craque que define a geração francesa vencedora. Kylian Mbappé tem três Copas na carreira. Chegou à final nas duas primeiras e já está na semifinal na terceira.

O atacante do Real Madrid protagoniza um duelo histórico com Lionel Messi pela artilharia das Copas em todos os tempos. Ele tem 20 gols contra 21 do argentino. Messi, no entanto, tem o dobro de participações em Mundiais. Na edição de 2026, ambos dividem o topo da lista de artilheiros, com oito gols cada (Messi ainda vai disputar as quartas de final).

No banco, Didier Deschamps – capitão do primeiro título francês, em 1998 – é ele próprio um recordista. Em sua quarta Copa como comandante da França, ele já é o técnico com mais vitórias na história da competição, com 19 (a FIFA não contabiliza o jogo contra a Noruega, nesta edição, pois ele não foi o técnico à beira do gramado).

Ao fim do Mundial, com as duas partidas que os franceses têm por fazer, ele será também o treinador com mais partidas em Copas, com 26, superando o alemão Helmut Schön, que comandou a seleção de seu país por 25 jogos entre 1966 e 1978.

Se alguns poucos nomes se repetem, o que assusta na equipe da França é que ainda há espaço para mais conquistas. Dos 26 atletas convocados para esta Copa, 21 têm menos de 30 anos, ou seja, vivem expectativa de disputar pelo menos mais uma Copa em alto nível.

Um deles é o meia Michael Olise, de 24 anos, um dos talentos que elevou o já alto nível da França neste ciclo. Olise, que nasceu e cresceu na Inglaterra filho de pai nigeriano e mãe francesa, defende a França desde as categorias de base, mas só foi aparecer na seleção principal em setembro de 2024.

Àquela altura, o talento do meia havia desabrochado no Crystal Palace, modesto clube inglês, o que lhe rendeu uma oportunidade no gigante alemão Bayern de Munique. 

Nesta Copa, diferentemente de Mbappé (oito gols) e Dembélé (cinco), Olise não marcou mas tem se destacado como um garçom como há muito tempo não se via. Já são cinco assistências na conta do camisa 11, que pode igualar o recorde de Pelé em 1970 com mais um passe para gol. A campanha não seria tão prolífica sem a maestria de Olise.

Com tantas marcas históricas de alguns representantes do time atual, a seleção francesa ainda pode alcançar um feito que será obra de todos os envolvidos na campanha atual – e mais ninguém. Com mais duas vitórias (que representarão o terceiro título da França), este grupo baterá o recorde do Brasil de 2002, que venceu todas as sete partidas para se sagrar campeão. 

Chegando a oito na edição atual, todos os nomes de 2026 terão um lugar garantido no fictício livro de recordes das Copas. Pelo menos até 2030, quando, ao que tudo indica, a França virá com tudo atrás de fazer história mais uma vez.

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