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Início » PEC que proíbe extinção de tribunais de contas volta ao Plenário após cinco anos

PEC que proíbe extinção de tribunais de contas volta ao Plenário após cinco anos

Miziane RodriguesBy Miziane Rodrigues5 de dezembro de 2022
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O Plenário do Senado tem sessão deliberativa nesta terça-feira (6), às 16h, para votar cinco propostas. O primeiro item é a PEC 2/2017, que proíbe a extinção dos tribunais de contas. Essa proposta de emenda à Constituição foi aprovada em primeiro turno pelos senadores em maio de 2017 e agora precisa ser confirmada em votação em segundo turno para ser enviada para análise da Câmara dos Deputados.

De autoria do então senador Eunício Oliveira, a PEC impede a extinção dos tribunais de contas estaduais (TCEs) e dos municípios, além dos municipais (TCMs). Os dois últimos não se confundem: o tribunal de contas dos municípios é criado em âmbito estadual, com competência para fiscalizar contas de todos os municípios daquela unidade da federação a fim de desafogar o trabalho dos TCEs. Existem nos estados da Bahia, Pará e Goiás. Já o tribunal de contas municipal detém competência exclusivamente em relação ao município em que foi criado. Atualmente, apenas duas cidades têm seus tribunais: Rio de Janeiro e São Paulo. A Constituição de 1988 proibiu os municípios de criarem outros tribunais, mas não determinou a extinção desses dois.

Doadores de medula

Também deve ser votado o PL 3.523/2019, que busca facilitar a localização de doadores de medula óssea que não tenham sido encontrados a partir dos dados de contato armazenados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

A proposta é de autoria do então senador Major Olimpio, que morreu em março de 2021, aos 58 anos, vítima de covid-19. O relator é o senador Alessandro Vieira (PSDB-SE).

Conforme o texto, doadores voluntários deverão fornecer ao Redome os dados necessários à sua localização. Hemocentros e gestores do registro poderão requisitar informações sobre o doador também aos órgãos da administração pública para agilizar os transplantes, quando a tentativa de localizá-lo por meio dos dados cadastrados no Redome for infrutífera ou inviabilizada.

A requisição também poderá ser encaminhada diretamente a empresas prestadoras de serviços públicos e a gestores de bancos de dados de proteção ao crédito. O texto permite ainda que os gestores do Redome ou os hemocentros possam obter os nomes e os dados cadastrais de familiares do doador, a fim de tentar localizar o voluntário.

Empréstimo externo

Outra proposta que pode ser votada é o PRS 53/2022, que autoriza o município do Rio de Janeiro a contratar operação de crédito externo de até US$ 135,2 milhões no Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). O dinheiro servirá para financiar o Projeto de Ajuste e Desenvolvimento Sustentável do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro Sustentável, segundo a prefeitura da cidade.

Estão na pauta do Plenário, ainda, texto substitutivo da Câmara ao PL 4.815/2019. O projeto é de autoria de Alessandro Vieira e detalha ações de prevenção a suicídios e automutilações entre profissionais de segurança pública.

De acordo com a proposta, o Ministério da Justiça deverá divulgar diretrizes de prevenção e atendimento de casos de emergência psiquiátrica dos profissionais de segurança pública e defesa nacional.

O projeto amplia o programa de qualidade de vida dos profissionais de segurança, o Pró-Vida. O programa passa a ter 15 diretrizes, como melhoria da infraestrutura das unidades; incentivo à gestão humanizada; e incentivo ao implemento de carga horária humanizada e política remuneratória condizente.

Já o PL 2.757/2022, do senador Confúcio Moura (MDB-RO), busca reduzir a judicialização dos processos de regularização de áreas rurais cujos contratos de colonização ou assentamento tenham sido firmados com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) antes de outubro de 1997.

Fonte: Agência Senado

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